Medidas bíblicas referem-se ao sistema de pesos e volumes empregado no antigo Israel, desempenhando um papel fundamental na compreensão das Escrituras Sagradas. Este sistema, embora distinto das unidades modernas, moldou a vida diária, o comércio, a arquitetura do Tabernáculo e do Templo, e as prescrições rituais.

Entender essas unidades é essencial para interpretar com precisão as narrativas bíblicas, desde as dimensões da Arca de Noé até os detalhes das ofertas sacerdotais. A familiaridade com este contexto métrico antigo ilumina passagens que, de outra forma, poderiam permanecer obscuras, revelando a ordem e a precisão divinas inerentes à revelação bíblica.

Neste artigo apresentamos todas a medidas descritas no texto bíblico.


Distâncias

Na antiguidade, as medidas de comprimento, altura e distância eram baseadas no corpo humano. Embora não fossem precisas como o metro de hoje, eram facilmente compreendidas. A unidade principal era o côvado, que equivalia ao comprimento do antebraço, do cotovelo à ponta dos dedos.

Um exemplo do uso destas medidas é a ordem de Deus para Noé construir a Arca:

Deste modo a farás: de trezentos côvados será o comprimento; de cinquenta, a largura; e a altura, de trinta.

Gênesis 6:15 (ARA)

Lista de medidas de distância descritas na Bíblia:

  • Côvado;
  • Palmo;
  • Palmo menor;
  • Dedo;
  • Braça;
  • Milha;
  • Estádio;
  • Cana;
  • Passo;
  • Jeira

Também há medidas descritas na Bíblia não são exatas, como:

  • Caminhada de um dia;
  • Caminhada de um sábado;
  • Tiro de pedra;
  • Tiro de arco.

Medidas de distância e o equivalente em metros

MedidaEquivalência (Metros e centímetros)
Côvado45cm (Distância do cotovelo à ponta dos dedos)
Estádio180m (400 côvados)
Dedo(Largura de um dedo)
Milha1480m (8 estádios)
Cana2.7m à 3 metros (6 côvados)
Braça1.8m (4 côvados)
Passo90cm (2 côvados)
Palmo22,5cm (1/2 côvado)
Palmo menor7,5cm (4 dedos)
Jeira2500m²
Caminhada de um dia30km à 40 km
Caminhada de um sábado900m (2000 côvados)
Tiro de pedra20m à 30m
Tiro de arco100m à 150m

Volumes

Na Bíblia, as medidas de volume eram essenciais para o comércio e o armazenamento de alimentos como cereais e azeite. A efa era a unidade de medida para sólidos, como grãos, e o bato e o him eram as medidas usadas para líquidos. Ambas as unidades são mencionadas em passagens bíblicas.

Um exemplo do uso dessas medidas é a ordem de Ezequiel para que as medidas fossem justas:

“As balanças e as medidas sejam justas. A efa e o bato terão o mesmo padrão de medida, de modo que o bato e a efa meçam a mesma coisa. O bato terá a décima parte do ômer.”

Ezequiel 45:10-11

Medidas de volume para sólidos

Lista de medidas de volume para sólidos descritas na Bíblia:

  • Efa;
  • Ômer;
  • Leteque;
  • Seá;
  • Gômer;
  • Cabo.

Medidas de volume para sólidos e o equivalente em litros

VolumeEquivalência (Litros)
Efa37 litros
Ômer (Cor)370 litros (10 efas)
Leteque185 litros (5 efas)
Seá12,5 litros (1/3 efa)
Gômer3,7 litros (1/10 efa)
Cabo2 litros (1/18 efa)

Medidas de volume para líquidos

Lista de medidas de volume para líquidos descritas na Bíblia:

  • Metreta;
  • Bato;
  • Him;
  • Coro;
  • Cabo;
  • Logue.

Medidas de volume para líquidos e o equivalente em litros

VolumeEquivalência (Litros)
Metreta40 litros
Bato37 litros (1 efa)
Him6 litros (1/6 bato)
Coro370 litros (10 batos)
Cabo2 litros (1/3 him)
Logue (Sextário)1/2 litro (1/12 him)

Pesos

As medidas de peso eram essenciais para o comércio na antiguidade, especialmente para determinar o valor de metais preciosos como ouro e prata. Como o comércio se baseava em trocas ou em pedaços desses metais. A Bíblia registra algumas dessas medidas em transações comerciais e em usos do dia a dia dos personagens bíblicos.

A unidade básica de peso para os judeus era o siclo, cujo valor exato variou ao longo dos anos. Havia também o quesita, uma unidade de peso mencionada em textos antigos, mas cujo valor hoje é desconhecido. A importância da honestidade nessas transações é destacada na Bíblia.

Um exemplo de uso dessas medidas é na compra de um campo por Abraão:

“Abraão ouviu Efrom, e lhe pesou a prata de que ele tinha falado aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, conforme o peso corrente entre os mercadores.”

Gênesis 23:16

Lista de medidas de peso descritas na Bíblia:

  • Siclo;
  • Mina;
  • Talento;
  • Pim;
  • Beca;
  • Gera;
  • Quesita.
PesoEquivalência (Gramas)
SicloEntre 10 e 13 gramas
Mina500g à 650g (50 siclos)
Talento34 kg (60 minas)
Pim7g à 9g (2/3 siclo)
Beca5g à 7g (1/2 siclo)
Gera0,5g à 0,7g (1/20 siclo)
QuesitaValor desconhecido

Moedas

Com o avanço do comércio e a ascensão de impérios, as moedas se tornaram o principal meio de troca. No Antigo Testamento, a única moeda mencionada é o dárico, pertencente ao império persa. No Novo Testamento, o uso de moedas já era bem mais difundido, e várias delas circulavam, incluindo as gregas e romanas.

Embora os judeus ainda usassem o siclo como referência de peso para transações, o uso de moedas estrangeiras era comum. A complexidade do sistema, com moedas de diferentes origens e valores variados, criou um ambiente propício para o surgimento de cambistas.

Esse ofício se tornou um negócio lucrativo, mas os cambistas tinham a fama de serem desonestos, muitas vezes cobrando taxas abusivas para a troca de moedas.

Lista de moedas utilizadas pelos personagens da Bíblia:

  • Dracma;
  • Denário;
  • Dárico;
  • Siclo de prata;
  • Estáter ou Tetradracma;
  • Didracma;
  • Asse;
  • Quadrante;
  • Lepto.
MoedaEquivalênciasRegião
Dracma1 dia de trabalhoGrécia
Denário1 dia de trabalhoRoma
Dárico2 dias de trabalhoPérsia
Siclo de prata4 dias de trabalhoIsrael
Estáter (Tetradracma)4 dracmasGrécia
Didracma2 dracmasGrécia
Asse1/16 denárioRoma
Quadrante1/4 asseRoma
Lepto1/2 quadranteGrécia

Uso de moedas no Novo Testamento

Uma das citações mais conhecidas no Novo Testamento sobre o uso de moedas está na história do imposto a César.

Quando os fariseus e herodianos tentaram prender Jesus com uma pergunta sobre a legalidade de pagar impostos a Roma, Jesus pediu uma moeda e perguntou de quem era a imagem e a inscrição gravadas nela.

“Eles trouxeram-lhe um denário. Então, lhes perguntou: ‘De quem é a efígie e a inscrição?’ E eles responderam: ‘De César’. Então Jesus lhes disse: ‘Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus’.”

Marcos 12:15-17

Tempo

Na Bíblia, a contagem do tempo era fundamental para a vida religiosa e social das pessoas, regendo o calendário de festas, rituais e a rotina diária. O tempo era medido de acordo com ciclos naturais, como o pôr do sol, o ciclo lunar e o ano agrícola. O dia, por exemplo, não começava à meia-noite como fazemos hoje, mas sim ao pôr do sol.

As unidades de tempo eram essenciais para a organização de festivais e celebrações, como a Páscoa.

Guardem-no até o décimo quarto dia do mês, quando toda a comunidade de Israel irá sacrificá-lo, ao pôr-do-sol.

Êxodo 12:6 (NVI)
Medida (Tempo)Equivalência
HoraA duração de horas variava de acordo com as estações do ano.
DiaO dia, do nascer ao pôr do sol, era dividido em 12 horas. A “hora terceira” era por volta das 9h, a “sexta” era meio-dia e a “nona” por volta das 15h.
VigíliaVigílias são as divisões da noite, usadas para marcar o tempo, com três divisões no AT ou quatro períodos no NT, por influência romana.

As horas bíblicas e seus significados

  • Primeira Hora: Equivale aproximadamente às 6h da manhã, o nascer do sol.
  • Segunda Hora: Equivale aproximadamente às 7h da manhã.
  • Terceira Hora: Por volta das 9h da manhã. É o horário em que os trabalhadores eram contratados (Mateus 20:3) e quando o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos no Pentecostes (Atos 2:15).
  • Quarta Hora: Equivale aproximadamente às 10h da manhã.
  • Quinta Hora: Equivale aproximadamente às 11h da manhã.
  • Sexta Hora: Correspondia ao meio-dia. É mencionada em momentos cruciais, como no encontro de Jesus com a mulher samaritana (João 4:6) e o início da escuridão durante sua crucificação (Mateus 27:45).
  • Sétima Hora: Por volta das 13h da tarde.
  • Oitava Hora: Por volta das 14h da tarde.
  • Nona Hora: Por volta das 15h da tarde. Foi a hora em que Jesus clamou na cruz antes de morrer (Mateus 27:46). Também era um horário comum de oração (Atos 3:1).
  • Décima Hora: Por volta das 16h da tarde.
  • Décima Primeira Hora: Por volta das 17h da tarde. Na parábola do trabalhador da vinha (Mateus 20:6), a contratação na “undécima hora” ilustra a generosidade de Deus.
  • Décima Segunda Hora: Por volta das 18h da tarde, o pôr do sol. O fim do dia.

** As últimas horas do dia, antes do pôr do sol. Na parábola do trabalhador da vinha (Mateus 20:6), a contratação na “undécima hora” ilustra a generosidade de Deus mesmo com aqueles que chegam por último.

Meses bíblicos

Na Bíblia, o calendário segue um sistema diferente do que conhecemos hoje. Ele é baseado nos ciclos da lua e está profundamente ligado à agricultura e às festas religiosas de Israel. A Bíblia menciona vários meses com nomes hebraicos ou babilônicos, mas também os identifica por sua ordem numérica (primeiro mês, segundo mês, etc.).

  • Nisã (ou Abibe): É o primeiro mês do calendário sagrado, correspondendo a março/abril em nosso calendário. O nome “Abibe” significa “espiga verde”, indicando a estação da cevada. É o mês da Páscoa e da Festa dos Pães Asmos.
  • Zive: O segundo mês (abril/maio), cujo nome significa “brilho” ou “esplendor”. Foi o mês em que o rei Salomão iniciou a construção do Templo de Jerusalém.
  • Sivã: O terceiro mês (maio/junho), conhecido pela Festa de Pentecostes, que celebra a colheita do trigo e a entrega da Lei no Monte Sinai.
  • Tamuz: O quarto mês (junho/julho), associado ao calor do verão. É o mês em que a muralha de Jerusalém foi rompida durante o cerco de Nabucodonosor.
  • Ab: O quinto mês (julho/agosto), considerado um período de luto. Foi nesse mês que tanto o primeiro quanto o segundo Templo de Jerusalém foram destruídos.
  • Elul: O sexto mês (agosto/setembro), um tempo de arrependimento e preparação para as festas do sétimo mês.
  • Etanaim (ou Tisri): O sétimo mês (setembro/outubro). É o mês mais importante no calendário de festas, contendo o Ano Novo (Rosh Hashaná), o Dia da Expiação (Yom Kipur) e a Festa dos Tabernáculos (Sucot).
  • Bul: O oitavo mês (outubro/novembro), quando as chuvas de outono começavam a cair.
  • Quisleu: O nono mês (novembro/dezembro), o mês em que se celebra o Hanukkah, a Festa das Luzes.
  • Tebete: O décimo mês (dezembro/janeiro), um período de frio e chuvas.
  • Sebate: O décimo primeiro mês (janeiro/fevereiro).
  • Adar: O décimo segundo e último mês (fevereiro/março). É o mês da Festa de Purim, que celebra a libertação dos judeus no tempo da Rainha Ester.

O ano na Bíblia: Ano civil e ano sagrado

O ano bíblico, ou calendário hebraico, é fundamental para a vida religiosa de Israel. Diferente do calendário solar que usamos hoje, o calendário hebraico é lunissolar, ou seja, ele se baseia tanto nos ciclos da lua (para os meses) quanto nos ciclos do sol (para as estações do ano e o ano agrícola).

Havia, na verdade, duas formas de contar o ano:

  • Ano civil: Começava no mês de Etanaim (Tisri), que corresponde a setembro/outubro. Este ano era usado para contar a idade das árvores, o ano sabático e o Ano do Jubileu. É o calendário que a maioria dos judeus usa até hoje para o seu Ano Novo (Rosh Hashaná).
  • Ano sagrado: Começava no mês de Nisã (Abibe), que corresponde a março/abril. Este calendário era usado para organizar as festas religiosas e os rituais, como a Páscoa e a Festa dos Pães Asmos.

Ano sabático

A Bíblia também menciona o Ano Sabático, a cada sete anos, no qual a terra devia descansar. A cada 50 anos, vinha o Ano do Jubileu, um tempo de libertação onde escravos eram libertados e propriedades devolvidas às famílias originais.


Medidas bíblicas na vida cotidiana e religiosa

O sistema de medidas hebraicas não era apenas um conjunto de convenções matemáticas; ele era intrínseco à tapeçaria da vida no antigo Israel.

Desde as transações comerciais mais simples até as complexas especificações para a construção e o serviço do Tabernáculo e, posteriormente, do Templo, essas unidades eram a linguagem da quantidade e da dimensão [1].

A precisão de Deus em Suas instruções para o Seu povo é evidente na meticulosidade com que Ele detalhou cada aspecto da adoração e da conduta.

Contexto Cultural

A Lei mosaica estabelecia padrões rigorosos para a honestidade no comércio, proibindo o uso de pesos e medidas fraudulentos. Deuteronômio 25:13-16 adverte contra a posse de “pesos diferentes, um grande e um pequeno” ou “efas diferentes, uma grande e uma pequena”, exigindo “pesos justos e íntegros” e “efas justas e íntegras”.

Esta ênfase na justiça nas medidas reflete um princípio teológico mais amplo: a santidade e a integridade que Deus espera de Seu povo em todas as áreas da vida.

A manipulação de medidas não era apenas uma fraude econômica, mas uma ofensa moral e espiritual contra o caráter de Deus [2].

Além disso, as medidas hebraicas fornecem um elo vital com o contexto cultural mais amplo do Antigo Oriente Próximo.

Embora Israel tivesse seu próprio sistema, havia influências e paralelos com as medidas babilônicas, egípcias e ugaríticas, especialmente em termos de relações proporcionais entre as unidades.

Isso não diminui a singularidade do sistema hebraico, mas contextualiza seu desenvolvimento dentro de um cenário regional de comércio e interação [3].

Povo de Israel caminhando no deserto
Povo de Israel caminhando no deserto

Implicações teológicas e hermenêuticas

A compreensão das medidas hebraicas transcende a mera curiosidade histórica; ela enriquece a hermenêutica bíblica e aprofunda nossa percepção da revelação divina.

Deus, em Sua soberania, escolheu comunicar Suas instruções e narrativas usando um sistema de medidas específico, e ignorá-lo pode levar a interpretações incompletas ou equivocadas.

Precisão e ordem dadas por Deus

As inúmeras referências a medidas específicas na Bíblia ressaltavam a precisão e a ordem de Deus [7].

Cada detalhe era importante, refletindo um Criador que não é aleatório, mas planeja e executa com perfeição.

Esta atenção aos detalhes nos ensina sobre o caráter de Deus e a seriedade com que Ele espera que Seus mandamentos sejam observados.

Ilustração representando a criação do mundo segundo o Gênesis
Ilustração representando a criação do mundo segundo o Gênesis

Simbolismo e significado numérico

Em alguns casos, as medidas e os números associados a elas podem carregar um significado simbólico. Embora se deva ter cautela para não exagerar na numerologia, a repetição de certos números (como sete, doze, quarenta) em contextos de medidas pode indicar um propósito teológico.

Por exemplo, a perfeição da criação em sete dias, as doze tribos de Israel ou os quarenta anos no deserto são ecos de padrões divinos.

As dimensões específicas do Santo dos Santos (um cubo perfeito) no Tabernáculo e no Templo podem simbolizar a completa santidade e a presença de Deus [8]. Compreender as medidas ajuda a apreciar a profundidade desses símbolos.

Contexto para leis e profecias

O conhecimento das medidas bíblicas é indispensável para interpretar corretamente as leis cerimoniais e civis.

A quantidade exata de farinha para uma oferta de cereais (Levítico 2) ou a porção de terra que deveria ser separada (Ezequiel 45:1-8) era crucial para a obediência e o funcionamento da sociedade teocrática.

Da mesma forma, as profecias que envolvem medidas, como as do Templo Milenar em Ezequiel, ganham clareza e realismo quando suas dimensões são contextualizadas dentro do sistema hebraico. Permite ao leitor visualizar a escala e a magnitude das construções descritas.

O Sacrifício de Manoá (1640–50) por Eustache Le Sueur
O Sacrifício de Manoá (1640–50) por Eustache Le Sueur

Aprenda mais

[Vídeo] Teológico | Bíblia & Teologia.

[Vídeo] VOCÊ SABIA? – Medidas de comprimento da Bíblia. Lamartine Posella.


Perguntas comuns

Nesta seção apresentamos as principais perguntas, com suas respectivas respostas, acerca deste termo.

Quais são as medidas da Bíblia?

A Bíblia usa unidades de medida baseadas no corpo humano (côvado, palmo), em pesos (siclo) e em recipientes para volume (efa, bato). São medidas aproximadas e contextuais.

Quais são as unidades de medida usadas na Bíblia?

Para comprimento: côvado, palmo e dedo. Para peso: siclo, mina e talento. Para volume: efa, gomer (sólidos) e bato, him (líquidos).

Qual é o significado bíblico de medida?

Na Bíblia, “medida” significa mais que apenas um cálculo. Ela representa honestidade, justiça e precisão nas transações, sendo uma exigência moral de Deus para seu povo.

O que é a medida de 1 gomer?

O gomer é uma medida de capacidade para sólidos, equivalente a cerca de 2,2 litros. Ele é notavelmente a porção diária de maná que cada israelita deveria recolher no deserto.

Quanto era uma medida de farinha?

A “medida de farinha” na Bíblia pode se referir a uma efa, equivalente a cerca de 22 litros. É uma medida grande, usada para grandes provisões ou transações.

Qual o valor de um quadrante em reais?

O quadrante era a menor moeda romana, de valor muito baixo. Representava o equivalente a cerca de 1/64 de um denário. Seu valor em reais hoje é inexpressivo.


Fontes

[1] Unger, Merrill F. The New Unger’s Bible Dictionary. Revisado por R. K. Harrison, Howard F. Vos, e Cyril J. Barber. Chicago: Moody Publishers, 2005.

[2] Wenham, Gordon J. Word Biblical Commentary: Leviticus. Vol. 3. Grand Rapids, MI: Zondervan, 2017.

[3] Walton, John H. Ancient Near Eastern Thought and the Old Testament: Introducing the Conceptual World of the Hebrew Bible. Grand Rapids, MI: Baker Academic, 2006.

Demais fontes

[4] Yamauchi, Edwin M., e Donald B. Redford. Archaeology and the Bible: An Introductory Study. Grand Rapids, MI: Zondervan, 1990.

[5] Freedman, David Noel, ed. The Anchor Yale Bible Dictionary. Vol. 4. New Haven: Yale University Press, 1992.

[6] Davies, Graham I. Ancient Hebrew Inscriptions: Corpus and Concordance. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.

[7] Block, Daniel I. The Book of Ezekiel, Chapters 25-48. The New International Commentary on the Old Testament. Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1998.

[8] Kaiser, Walter C., Jr., e Duane Garrett, eds. Archaeological Study Bible: An Illustrated Walk Through Biblical History and Culture. Grand Rapids, MI: Zondervan, 2017.

[9] Hartley, John E. Word Biblical Commentary: Leviticus. Vol. 4. Dallas: Word Books, 1992.

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Diego Pereira do Nascimento
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