A Teologia Catafática representa uma abordagem à compreensão de Deus que busca afirmar positivamente Seus atributos e características. Diferente de outras formas de teologia que focam no que Deus não é, a teologia catafática se debruça sobre aquilo que a revelação nos permite saber e dizer sobre o Criador.

Esta perspectiva tem sido fundamental na formulação de doutrinas sobre a natureza de Deus ao longo da história cristã, moldando a adoração, a pregação e a vida de fé dos crentes.

Ela nos convida a explorar a plenitude da revelação divina, afirmando a bondade, o poder, a sabedoria e o amor do Eterno, conforme manifestados nas Escrituras e na criação.

Ouça nosso podcast sobre este termo teológico.


A essência da Teologia Catafática

A Teologia Catafática, também conhecida como teologia afirmativa ou positiva, dedica-se a descrever Deus por meio de afirmações sobre quem Ele é.

Ela parte do princípio de que, embora Deus seja transcendente e inescrutável em Sua plenitude, Ele se revelou de maneira compreensível à humanidade.

Essa revelação permite aos crentes atribuir a Ele qualidades e características que, embora limitadas pela linguagem e pela capacidade humana, são verdadeiras em seu escopo e nos apontam para a natureza divina [1].

Esta abordagem teológica afirma que podemos conhecer e falar sobre Deus usando categorias e conceitos humanos, pois Ele mesmo se comunicou conosco nesses termos.

Por exemplo, dizer que Deus é amor (1 João 4:8), que Ele é santo (Isaías 6:3) ou que Ele é todo-poderoso (Apocalipse 1:8) são exemplos de declarações catafáticas.

Tais afirmações não buscam esgotar a totalidade de Deus, mas fornecem um conhecimento genuíno e suficiente para o relacionamento de fé e para a adoração [2].

A base para essa teologia está na crença de que a Palavra de Deus, as Escrituras, é a principal fonte para entender a Sua natureza e atributos.

Ilustração representando um padre estudando pelo método da Teologia Catafática
Ilustração representando um padre estudando pelo método da Teologia Catafática

Fundamentos bíblicos da Teologia Catafática

As Escrituras Sagradas estão repletas de declarações que formam a base da Teologia Catafática.

Desde o Antigo Testamento até o Novo, Deus se revela por meio de Suas ações e de descrições diretas sobre Seu caráter.

Atributos de Deus nas Escrituras

O Antigo Testamento frequentemente apresenta Deus com atributos específicos.

Em Êxodo 34:6-7, o Senhor se revela a Moisés como “Deus compassivo e misericordioso, longânimo e grande em fidelidade e em amor, que mantém o amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado“.

Salmos 145:3 declara: “Grande é o SENHOR e digno de todo louvor; sua grandeza é insondável”. Essas passagens não apenas descrevem Deus, mas também O exaltam por quem Ele é.

Atributos no Novo Testamento

No Novo Testamento, a Teologia Catafática é igualmente evidente, especialmente na pessoa de Jesus Cristo, a encarnação do Verbo (João 1:14).

Jesus, sendo a imagem exata do Pai (Colossenses 1:15; Hebreus 1:3), revelou plenamente a natureza de Deus de maneira que pudesse ser compreendida pela humanidade.

Ele demonstrou o amor, a justiça, a misericórdia e o poder de Deus em Suas palavras e ações [3].

Afirmações como “Deus é luz; nele não há treva alguma” (1 João 1:5) e “Deus é amor” (1 João 4:8) são declarações catafáticas essenciais para a compreensão cristã da natureza de Deus.

A Bíblia nos convida a falar sobre Deus com confiança, embora com humildade, baseados naquilo que Ele mesmo escolheu revelar sobre Si. Isso nos permite ter uma base sólida para a fé, a adoração e a ética cristã.

Jesus curando o cego perto de Jericó
Jesus curando o cego perto de Jericó

Teologia Catafática e Teologia Apopática

Para compreender melhor a Teologia Catafática, é útil contrastá-la com sua contraparte, a Teologia Apopática (ou teologia negativa). Enquanto a teologia catafática afirma o que Deus é, a teologia apopática afirma o que Deus não é [4].

Apopatismo e a transcendência de Deus

A teologia apopática enfatiza a absoluta transcendência e inefabilidade de Deus.

Ela reconhece que a linguagem humana é limitada e inadequada para descrever plenamente a infinita realidade divina.

Dizer que Deus é “incriado”, “ilimitado”, “imutável” ou “incompreensível” são exemplos de afirmações apopáticas.

Essas declarações buscam remover as limitações e imperfeições das categorias humanas de Deus, protegendo a Sua majestade e santidade de tentativas de reduzi-Lo a meros conceitos terrenos [5].

Ilustração representando a criação do mundo segundo o Gênesis
Ilustração representando a criação do mundo segundo o Gênesis

A interdependência das duas abordagens

A Teologia Catafática nos oferece um caminho para conhecer e nos relacionar com Deus por meio de Suas revelações positivas, enquanto a Teologia Apopática nos lembra da distância infinita entre o Criador e a criatura, prevenindo a idolatria e a antropomorfização excessiva de Deus.

Sem a teologia catafática, teríamos um Deus totalmente inatingível e desconhecido. Sem a teologia apopática, correríamos o risco de reduzir Deus a algo que nossa mente pode plenamente conceber, perdendo Sua incompreensibilidade e mistério [6].

Na prática cristã protestante, há um forte pendor para a teologia catafática devido à ênfase na clareza e suficiência da revelação bíblica.

A Palavra de Deus é vista como o meio primário pelo qual Deus se faz conhecer de forma positiva, permitindo que os crentes formem doutrinas e compreensões sobre Ele que são verdadeiras, embora parciais.


História da Teologia Catafática

A prática de descrever Deus por meio de afirmações positivas tem raízes profundas na história do pensamento teológico cristão, manifestando-se de diversas formas ao longo dos séculos.

Patrística e a formulação de credos

Desde os primeiros séculos do cristianismo, os Padres da Igreja se dedicaram a formular declarações positivas sobre Deus, essenciais para combater heresias e consolidar a doutrina.

Os credos antigos, como o Credo Niceno-Constantinopolitano, são exemplos proeminentes de teologia catafática.

Eles afirmam que Deus é “Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra”, e que Jesus Cristo é “Deus verdadeiro de Deus verdadeiro”, “gerado, não feito, de uma só substância com o Pai” [7].

Essas afirmações eram cruciais para definir a natureza da Trindade e a divindade de Cristo.

Pais da Igreja - Clemente de Alexandria, Orígenes, Crisóstomo e Agostinho
Pais da Igreja – Clemente de Alexandria, Orígenes, Crisóstomo e Agostinho

Idade média e Escolasticismo

Durante a Idade Média, teólogos escolásticos como Tomás de Aquino desenvolveram um sofisticado sistema para discorrer sobre os atributos de Deus. Aquino, em sua Suma Teológica, dedicou-se extensivamente a demonstrar como se pode falar de Deus de forma positiva, ainda que analogicamente.

Ele afirmava que, embora a linguagem humana seja imperfeita, as perfeições das criaturas refletem analogicamente as perfeições de Deus, permitindo-nos usar termos como “bom”, “sábio” e “poderoso” para descrevê-Lo [8].

Reforma protestante e Teologia Sistemática

A Reforma Protestante reforçou a centralidade das Escrituras como a fonte primária do conhecimento sobre Deus.

Os reformadores e os teólogos reformados subsequentes elaboraram confissões de fé e catecismos que são ricas em declarações catafáticas sobre os atributos de Deus, a Trindade, a pessoa de Cristo e o plano da salvação.

A ênfase na sola Scriptura levou a um estudo aprofundado das declarações bíblicas sobre quem Deus é, resultando em robustas teologias sistemáticas que articulam os atributos divinos de forma positiva e coerente [9].

A Teologia Catafática, portanto, tem sido um pilar na construção da ortodoxia cristã e na compreensão da natureza divina através da revelação escrita.

Martinho Lutero em 1529 por Lucas Cranach, o Velho
Martinho Lutero em 1529 por Lucas Cranach, o Velho

Implicações Práticas da Teologia Catafática

A Teologia Catafática possui profundas implicações para a vida do crente, influenciando a adoração, a oração e a conduta diária. Ao focar no que Deus é, ela molda a experiência espiritual de maneiras concretas.

Fundamento para a Adoração e Oração

Conhecer os atributos positivos de Deus – Sua bondade, fidelidade, justiça e amor – serve como a base para uma adoração significativa e uma oração sincera. Quando um crente louva a Deus como “Criador Todo-Poderoso” ou “Pai Misericordioso”, ele está se engajando em uma teologia catafática.

Essa compreensão oferece conforto em tempos de angústia, encorajamento diante de desafios e gratidão pelas bênçãos recebidas. A oração se torna um diálogo com um Deus pessoal e cognoscível, cujas características são conhecidas e confiáveis [10].

Guia para a Vida e a Ética Cristã

A afirmação dos atributos divinos também orienta a conduta ética e moral do cristão. Se Deus é justo, o crente é chamado a buscar a justiça. Se Deus é amor, o crente é chamado a amar o próximo.

Os mandamentos e os ensinamentos éticos da Bíblia derivam diretamente do caráter de Deus.

A Teologia Catafática, ao delinear a natureza moral de Deus, oferece um modelo para a santificação e para a vida em comunidade, promovendo a imitação de Cristo e a busca por uma vida que reflita a glória do Senhor [11].

Centralidade do Evangelho Combustível do Crescimento Diário
Centralidade do Evangelho Combustível do Crescimento Diário

Compreensão da Salvação e da Provisão de Deus

A doutrina da salvação é fortemente construída sobre afirmações catafáticas sobre Deus. É porque Deus é amor que Ele enviou Seu Filho (João 3:16).

É por Sua fidelidade que Suas promessas são cumpridas. É por Sua soberania e poder que Ele pode efetuar a redenção e a transformação completa do ser humano. A teologia catafática assegura ao crente que Deus não é um conceito distante ou abstrato, mas uma realidade viva e ativa, que interage com a história humana e provê para as necessidades de Seus filhos.


Teologia Catafática em outras religiões

A forma como as religiões descrevem ou se referem a Deus (ou à Realidade Última) pode ser dividida em duas grandes abordagens: a catafática (que afirma o que Deus é) e a apofática (que afirma o que Deus não é). Ambas são usadas para tentar compreender o divino.

Na Igreja Ortodoxa Oriental

Na teologia da Igreja Ortodoxa, a abordagem catafática, que faz afirmações positivas sobre Deus, é vista como capaz de nos dar algum conhecimento, mas de forma limitada.

Para os católicos ortodoxos, o caminho mais completo e verdadeiro para se relacionar com Deus é o apofático, ou “negativo” [13].

Isso acontece porque eles entendem que Deus está além de tudo o que existe e de todas as nossas palavras e conceitos. Tentar descrever Deus com termos positivos humanos é sempre imperfeito, pois Ele é maior do que qualquer definição.

Ícone copta de Jesus Cristo alimentando uma multidão. (Igreja Católica Ortodoxa Oriental)
Ícone copta de Jesus Cristo alimentando uma multidão

No catolicismo romano

Dentro do Catolicismo, teólogos influentes usaram tanto a teologia catafática quanto a apofática.

Por exemplo, Santo Agostinho, um dos grandes pensadores cristãos, expressou a limitação do conhecimento humano sobre Deus ao afirmar que “se você pode compreender [Deus], não é Deus” [14]. Isso mostra uma inclinação apofática, reconhecendo a incompreensibilidade de Deus.

Santo Inácio de Loyola, fundador da ordem jesuíta, também combinou as duas. Em seus “Exercícios Espirituais”, ele usava a teologia catafática ao guiar as pessoas a meditar sobre a presença de Deus na natureza e em Suas criações, focando em Seus atributos positivos e Seu cuidado [15].

Panorama da Praça de São Pedro, no Vaticano. Sede da Igreja Católica Apostólica Romana
Panorama da Praça de São Pedro, no Vaticano. Sede da Igreja Católica Apostólica Romana

Teólogos cristãos modernos

A discussão entre essas duas abordagens continua no pensamento cristão contemporâneo. Teólogos modernos como Karl Rahner, Hans Urs von Balthasar e Dumitru Stăniloae incorporaram tanto o pensamento positivo quanto o negativo em suas teologias:

Karl Rahner via a teologia catafática como fundamental, baseando-a na palavra, no ensinamento e na revelação de Deus [16].

Hans Urs von Balthasar também utilizou a teologia positiva, especialmente em sua compreensão da Trindade, propondo uma “distância positiva” entre as Pessoas divinas que permite a Deus abranger toda a realidade [17].

Dumitru Stăniloae, teólogo ortodoxo, enfatizou que, embora a teologia não possa ser apenas positiva, ela também não pode ser inteiramente apofática, pois isso levaria ao que ele chamou de “niilismo intelectual”, uma espécie de vazio de significado sobre Deus [18]. Ele buscava um equilíbrio entre as duas vias.

No budismo mahayana

Curiosamente, algumas formas do Budismo Mahayana, como as tradições Dzogchen e Tathagatagarbha, apresentam uma abordagem que pode ser vista como catafática ao descrever a Realidade Última, ou seja, o Nirvana.

Em certos textos, o Nirvana é descrito com termos positivos, como o “Verdadeiro Eu” do Buda, que é puro, incriado e imortal.

O Buda Primordial, Samantabhadra, é caracterizado como “consciência pura e total”, sendo a “fundação” de tudo o que existe [19]. Isso mostra uma tentativa de expressar o absoluto em termos afirmativos.

Estátua de Buda em Bodh Gaya, um dos lugares mais sagrados do budismo
Estátua de Buda em Bodh Gaya, um dos lugares mais sagrados do budismo

No Gaudiya Vaishnavismo (Hinduísmo)

No Gaudiya Vaishnavismo, uma vertente do Hinduísmo, a teologia catafática é muito proeminente. Esta tradição fala de forma exuberante e positiva sobre as qualidades transcendentais de Krishna, considerado a Suprema Personalidade de Deus [20].

Ele é descrito com 64 qualidades transcendentais, que são entendidas como não-materiais e além das limitações do mundo dual.

A literatura Gaudiya Vaishnava explora a natureza de Krishna, que está além de qualquer descrição, mas ao mesmo tempo possui qualidades infinitas [21].

A distinção de Krishna em relação a outras divindades e seres é feita pela totalidade e especificidade dessas qualidades, que se manifestam plenamente nele [22].

O Templo de Kashi Vishwanath, em Varanasi, um dos lugares mais sagrados do hinduísmo
O Templo de Kashi Vishwanath, em Varanasi, um dos lugares mais sagrados do hinduísmo

Etimologia e significado de Teologia Catafática

O termo “Teologia Catafática” tem sua origem na língua grega, refletindo a natureza de sua abordagem.

A palavra “catafática” tem origem grega, kataphatikos (καταφατικός), que significa “afirmativo” ou “positivo”. É composta por duas partes:

  • Kata- (κατά): um prefixo que pode significar “para baixo”, “contra”, ou “com respeito a”, mas neste contexto transmite a ideia de “para baixo de” ou “para expressar”.
  • Phasis (φάσις) ou phemi (φημί): que significa “fala”, “declaração” ou “afirmar”.

Assim, kataphatikos significa “o que é falado” ou “o que é afirmado” [12].


Aprenda mais

[Vídeo] Teológico | Bíblia & Teologia.

[Vídeo] A História do Cristianismo Como Você Nunca Viu | Episódio 01. Escola do Discípulo.


Perguntas comuns

Nesta seção apresentamos as principais perguntas, com suas respectivas respostas, acerca deste termo pouco conhecido na Teologia.

O que significa teologia catafática?

É a “teologia positiva”, que descreve Deus através de afirmações sobre o que Ele é. Ela utiliza a linguagem humana, analogias e o que foi revelado nas escrituras para definir os atributos divinos, como “Deus é amor”, “Deus é justo” ou “Deus é Pai”.

O que é teologia apofática?

É a “teologia negativa”, que descreve Deus através da negação, dizendo o que Ele não é. A ideia é que Deus transcende a compreensão e a linguagem humana. Por isso, afirmações como “Deus não é finito” ou “Deus não é mortal” são consideradas mais precisas.

Qual o significado de catafático e apofático?

De origem grega, são adjetivos que descrevem abordagens opostas. Catafático (kataphasis) significa “afirmativo” ou “positivo”. Apofático (apophasis) significa “negativo” ou “negação”. Descrevem a maneira de falar sobre algo: afirmando o que é ou negando o que não é.


Fontes

[1] Migliore, Daniel L. Faith Seeking Understanding: An Introduction to Christian Theology. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., 2014, p. 34.

[2] Erickson, Millard J. Christian Theology. Grand Rapids, MI: Baker Academic, 2013, p. 115-117.

[3] McGrath, Alister E. Christian Theology: An Introduction. Malden, MA: Blackwell Publishing, 2017, p. 165-167.

Demais fontes

[4] González, Justo L. A History of Christian Thought. Vol. 1. Nashville, TN: Abingdon Press, 1987, p. 110.

[5] Lossky, Vladimir. The Mystical Theology of the Eastern Church. Crestwood, NY: St Vladimir’s Seminary Press, 1976, p. 25-27.

[6] Calvin, John. Institutes of the Christian Religion. Edited by John T. McNeill. Translated by Ford Lewis Battles. Louisville, KY: Westminster John Knox Press, 1960, I.3.1.

[7] Schaff, Philip. The Creeds of Christendom, with a History and Critical Notes. Vol. 1. Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1983, p. 28-30.

[8] Aquinas, Thomas. Summa Theologica. Part I, Q. 13, Art. 1-6.

[9] Berkhof, Louis. Systematic Theology. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., 1996, p. 30-31.

[10] Piper, John. Desiring God: Meditations of a Christian Hedonist. Sisters, OR: Multnomah Books, 2011, p. 60-61.

[11] Wright, N.T. After You Believe: Why Christian Character Matters. New York: HarperOne, 2010, p. 45-47.

[12] Liddell, Henry George, and Robert Scott. A Greek-English Lexicon. Oxford: Clarendon Press, 1940.

[13] Baseado em conceitos da Teologia Ortodoxa.

[14] Agostinho de Hipona, Confissões.

[15] Inácio de Loyola, Exercícios Espirituais.

[16] Rahner, K. (Referência a trabalhos gerais sobre sua teologia).

[17] von Balthasar, H. U. (Referência a trabalhos gerais sobre sua teologia trinitária).

[18] Stăniloae, D. (Referência a obras sobre sua teologia apofática).

[19] Estudos sobre Budismo Mahayana, Dzogchen e Tathagatagarbha.

[20] Bhagavad-Gita e outros textos do Gaudiya Vaishnavismo.

[21] Bhaktivedanta Swami Prabhupada, Chaitanya Charitamrita.

[22] Textos do Gaudiya Vaishnavismo sobre as qualidades de Krishna.

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Diego Pereira do Nascimento
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